Recomeço
Em 2011 iniciei este blog e o mantive por dois anos com publicações regulares. Uma média de três postagens semanais. Por razões diversas parei de escrever aqui, inclusive excluindo o conteúdo existente. Meu objetivo era um só, praticar a escrita, uma paixão de sempre.
Ainda com doze anos me arriscava em poemas e letras de músicas cantadas a capella no meu quarto (para o desespero de quem convivia comigo). Sempre gostei das palavras e de brincar com elas, assim como observar tudo ao redor. O cotidiano pode ser fascinante quando mudamos nossa forma de olhar.
A morte do ilustrador Albert Uderzo, que junto com o roteirista René Goscinny, criou as histórias que narram as aventuras desses hilários heróis, me trouxe a lembrança deste espaço e o desejo de recuperar o hábito dessa escrita mais solta.
Então, recomecemos. Porque recomeçar é da vida e pode ser feito de diversas maneiras. Seguir de onde parou, retomar do início ou mudar o roteiro. Pode ser por vontade própria ou por imposições do destino, não importa. O que precisamos é ter a consciência de que, em cada esquina, a vida pode nos trazer mudanças ou uma epifania pode transformá-la.

E assim, retorno à minha velha cabana. Lugar onde observo o mundo pela minha janela. E isso acontece em meio a uma quarentena imposta por uma pandemia. Essas imposições da vida que permitem um recomeço que poderia ser diferente. Afinal, vivemos no período dos influenciadores digitais, dos stories, das mensagens de WhatsApp com conteúdo duvidoso, etc.
Mas, prefiro recomeçar como era antes, com textos, dados e hyperlinks. Reflexões fundamentadas em informações reais, concretas e verificáveis. O mundo está repleto de achologistas, não precisa de mais um. Além disso, são muitos os romanos e que parecem multiplicar como Gremlins molhados após a meia-noite. E estão cada vez mais lunáticos e mais neuróticoss, por Tutatis!!!
Ainda com doze anos me arriscava em poemas e letras de músicas cantadas a capella no meu quarto (para o desespero de quem convivia comigo). Sempre gostei das palavras e de brincar com elas, assim como observar tudo ao redor. O cotidiano pode ser fascinante quando mudamos nossa forma de olhar.
Imagem: Pixabay
E o objetivo do blog sempre foi esse, observar o cotidiano, a sociedade e todo seu cenário multitemático e, por muitas vezes, nonsense. E, não por acaso, foi batizado de Cabana do Gaulês. Numa clara referência à dupla Astérix e Obelix e sua aldeia que representava a resistência diante dos lunáticos romanos.A morte do ilustrador Albert Uderzo, que junto com o roteirista René Goscinny, criou as histórias que narram as aventuras desses hilários heróis, me trouxe a lembrança deste espaço e o desejo de recuperar o hábito dessa escrita mais solta.
Então, recomecemos. Porque recomeçar é da vida e pode ser feito de diversas maneiras. Seguir de onde parou, retomar do início ou mudar o roteiro. Pode ser por vontade própria ou por imposições do destino, não importa. O que precisamos é ter a consciência de que, em cada esquina, a vida pode nos trazer mudanças ou uma epifania pode transformá-la.

Capri23auto / Pixabay
E assim, retorno à minha velha cabana. Lugar onde observo o mundo pela minha janela. E isso acontece em meio a uma quarentena imposta por uma pandemia. Essas imposições da vida que permitem um recomeço que poderia ser diferente. Afinal, vivemos no período dos influenciadores digitais, dos stories, das mensagens de WhatsApp com conteúdo duvidoso, etc.
Mas, prefiro recomeçar como era antes, com textos, dados e hyperlinks. Reflexões fundamentadas em informações reais, concretas e verificáveis. O mundo está repleto de achologistas, não precisa de mais um. Além disso, são muitos os romanos e que parecem multiplicar como Gremlins molhados após a meia-noite. E estão cada vez mais lunáticos e mais neuróticoss, por Tutatis!!!

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